sexta-feira, 9 de julho de 2010

TEOTIHUACAN






Teotihuacan é mais um dos inúmeros sítios arqueológicos tombados como patrimônio histórico pela UNESCO, existentes no México. Está localizado a 40 km de distância da capital, no município de San Juan.
De acordo com a lenda local (compactada com as minhas palavras), há aproximadamente 600 anos a.C., os deuses se reuniram na praça central do então povoado, para criarem o sol e a lua. Definiram que dois dos deuses teriam que sacrificar a própria vida, jogando-se em uma fogueira. E aconteceu que o deus mais bonito se ofereceu para ser o sol e como ninguém se oferecia para ser a lua, o deus mais feio se colocou a disposição. O primeiro a jogar-se no fogo se transformaria no sol, então o deus mais belo aproximou-se, mas teve medo e recuou. Voltou a tentar, mas desistiu, isso por quatro vezes. Cansados de esperarem, pediram ao outro deus que se jogasse. O deus feio obedeceu, e assim transformou-se no sol. De tanta vergonha que sentiu, o deus bonito jogou-se em seguida, e assim transformou-se na lua.
Moral da história; é pela feiura do deus sacrificado, que ninguém consegue olhar diretamente para o sol; e é pelo aspecto atrativo do outro deus, que a humanidade se põe diante da lua a admirar sua beleza inspiradora.
Subir nas pirâmides, não é nada fácil. Mas como fomos lá para isso, subimos nas duas. A primeira foi a do sol, na qual se pode subir até o topo; depois subimos a da lua, na qual a subida é parcialmente permitida, por motivo de desgaste.
No filme “Frida Kahlo”, ela e o Trotsky (marxista e revolucionário bolchevique) sobem juntos na pirâmide da lua e lá se sentam para descansar e conversar. Imaginem se eu não ia sentar lá também...
O Rina e eu tiramos muitas fotos do local, mas como no blog o máximo de fotos por postagens é de cinco, escolho algumas para compartilhar aqui. Incluí a foto da praça central, que fica bem em frente à pirâmide do sol, na qual eu me sentei para pensar, como os deuses fizeram a mais de 2600 anos. É realmente emocionante estar em um lugar de tamanha beleza e tamanha riqueza histórica, construído há tanto tempo.

CIDADE DO MÉXICO – VISTA A DOIS






Definitivamente, meu forte não é geografia. Por isso, vou abster-me de informações desta ordem, acerca desta capital maravilhosa. Posso afirmar que a cidade é de fato muito grande. Sua arquitetura é uma mescla de pré-colombiana, hispânico-antiga e em outra grande parte, ultramoderna.
Chegamos à cidade na sexta-feira à tarde e chovia um pouco. Para minha alegria, estava muito mais fresco por lá. Enquanto fazia 38 graus em Tampico, na Cidade do México estava uma agradabilíssima temperatura de 27 graus.
Creio que é quase impossível dirigir nesta cidade sem conhecê-la bem, por isso locamos um carro com GPS (quem me conhece, sabe que sou “das mais perdidas”, então fiquei apaixonada pelo tal GPS) e eu até tirei foto dele.
Ouve-se falar da periculosidade desta capital nos mais diversos sentidos, mas nós não vimos nada e nada aconteceu conosco. Escolhemos um bairro chamado Zona Rosa, ele é considerado um bairro nobre, hoteleiro (portanto, com inúmeros turistas), vigiado por câmeras e bem policiado. Além disso, a avenida principal é larga e bem arborizada (o que dá uma beleza ímpar ao local tão movimentado), aos domingos pode-se fazer caminhadas porque ela está fechada ao trânsito, e se tudo isso não bastasse, nela se encontra um bom shopping para comprar e comer.

VIAGEM A DOIS






Fomos, O Rina e eu, à Cidade do México. Foi nossa primeira viagem de avião, juntos. Foi mesmo uma delícia não ter que me despedir dele, nem ele de mim, no aeroporto, depois de dois anos de idas e vindas.
O final de semana foi maravilhoso. O hotel era maravilhoso. A cidade é maravilhosa. Os passeios foram maravilhosos.
ESTAR-MOS JUNTOS É MARAVILHOSO!

FELIZ ANIVERSÁRIO – PARTE FINAL






Aqui no México, canta-se a música “Las mañanitas” como nós cantamos “Parabéns pra você” no Brasil, e o Rina ouviu as duas versões. O pessoal já estava animado e barulhento (eles se divertiram com as cornetas). KKKKKKKKKK
Coloco mais umas fotos para vocês terem idéia do quão boa foi a festa.

* eu ganhei a primeira fatia do bolo e a turma quis ver o beijo de agradecimento. (faz parte)

sábado, 3 de julho de 2010

FELIZ ANIVERSÁRIO – II




O Rina e eu, recebemos 25 convidados nesta festa. Não foi uma tarefa fácil pensar nos “comes e bebes”, principalmente porque os gostos gastronômicos por aqui são outros. Além disso, não se encontra (nem para encomenda, nem para fazer em casa) o tradicional cardápio de festas de aniversário, que usamos no Brasil. Mas tudo fica mais fácil quando se tem grandes amigos. E eu estou para conhecer uma dupla mais prestativa que o Ricardo e o Santana. Os “guris” foram mesmo incansáveis, e por isso temos que lhes agradecer tudo o que fizeram nesta noite. O Santana atacou de “cheff internacional” e deixou tudo preparado para o “guacamole” e em seguida preparou alguns pratos de “totopos cobertos de molho à bolonhesa e queijo”. Ele está virando mesmo um especialista na cozinha mexicana.
O Ricardo foi quem fez o churrasco para toda essa gente, nas condições mais adversas que se pode imaginar. A churrasqueira é pequena, aqui o álcool só é permitido a 70% (não é fácil fazer o fogo assim), o carvão é muuuuito ruim, os mosquitos são violentos (neste caso eu dei uma ajudinha e pedi para o Rina comprar repelente, pois o Ricardo tem a pele muito clara e os mosquitos acabam com ele), a carne é para bife (se bobear, torra), além disso, os mexicanos adoram aquelas salsichas americanas que nós só vemos no desenho dos Simpsons. Mas com o Ricardo não tem tempo ruim não, e ele fez milagre porque o “churrasco” ficou ótimo.
Obrigada aos dois grandes amigos, Ricardo e Santana, pela grande ajuda nesta festa. Sem vocês, definitivamente, tudo teria sido muito mais difícil.

*Dessa vez não tiramos nenhuma foto do Santana na cozinha, então vai essa mesmo. Pois não seria justo fazer essa postagem sem uma foto dele.

FELIZ ANIVERSÁRIO, MEU AMOR!






Enquanto o Rina comemorava seu aniversário no trabalho, eu preparava a casa para a festa na parte da noite. Pensei em fazer uma festa muito alegre. E nada mais alegre que o futebol, em tempos de Copa do Mundo. Então, “vesti” a casa de verde-amarelo, mandei fazer um bolo decorado com a bandeira do Brasil e o resultado me pareceu muito bom. A idéia foi fazer essa graça para os amigos mexicanos (que afinal, também estavam na copa) e acabei sendo surpreendida pelo número de brasileiros presentes. Foi mesmo uma coincidência maravilhosa, muitos amigos do Rina (todos da VOITH) estarem por aqui, justamente nesta semana. E existe povo mais divertido que o nosso? Os brasileiros garantiram a agitação da festa e assim os mexicanos conheceram o nosso jeito de se divertir.
O Rina esteve muito feliz.
(E eu adorei te ver assim, porque tu mereces meu amor. Parabéns!)

*Obrigada aos amigos brasileiros, foi um privilégio contar com a presença de vocês.
*Foto com todos os brasileiros, da esquerda para a direita: na frente: Ricardo, Mauro, Gabriel, Rina, Elzo, Jonas e Gustavo – atrás: Santana, Sidnei e Fernando.

FELIZ CUMPLEAÑOS, MI AMOR!




O Rina fez aniversário dia 22 de junho e como caiu em uma terça feira, naturalmente estava trabalhando. Olhem o bolo que ele mandou fazer. Homenageou o nosso Brasil, mas não esqueceu do México, país que tem nos acolhido tão bem. Além do bolo, houve um almoço de comemoração. Eu não pude estar presente, pois estava muito ocupada em casa. Mas fiquei feliz pelo fato do Rina ser muito querido por todos, e principalmente por ele ter recebido essa demonstração de carinho no seu espaço de trabalho. Tu mereces, meu amor. Enhorabuena!
* Mas da próxima vez, compra uns pratinhos, tá? Pobre da turma, comendo na mão...